Registrar Novo Processo

Lista de Processos

Processo: 1076

Que seu pagamento é efetuado por semana. Que desde que foi sancionada a lei nº 605, ainda não recebeu o pagamento dos domingos e feriados. Pleiteia para que o mesmo lhe seja efetuado.

Processo: 1077

Que em 9 de maio, assinou um contrato de um mês, que após cinco dias adoeceu retornando dia 30 do mês de Junho quando lhe foi dado alta. Assim sendo, foi despedido, sem que lhe fosse dado o aviso prévio. Pleiteia o pagamento do aviso prévio na importância de Cr$147,20.

Processo: 1079

Que foi despedido, ex-abrupto, sem justa causa. Exercia a função de mecânico, com salário-hora de Cr$5,00. Pleiteia, com fundamento na CLT o pagamento do aviso prévio, na base de 30 dias e pagamento da indenização por despedida injusta.

Processo: 1080

Que recebe Cr$ 24,00 por dia. Ainda não lhe foram pagos os domingos e feriados. Pleiteia, portanto, que lhe sejam pagos esses dias, num total de 5 domingos e um feriado, na importância de Cr$144,00.

Processo: 1081

Que iniciou-se trabalhando na seção de matança, sendo mais tarde transferido para a de rotulagem. Que trabalhou na empresa Reclamada, de 29-3-49 até 19-7-49 quando foi despedido. Pleiteia o pagamento do aviso-prévio a que tem direito, no valor de Cr$720,00.

Processo: 1082

Que Foi despedido, sem justa causa, dias antes de terminar a safra para a qual fora contratado, pelo que vem pleitear o pagamento do aviso-prévio, no valor de Cr$720,00

Processo: 1087

Que foram despedidos e tendo sido injustiça a despedida, receberam o aviso prévio em dinheiro e mais as indenizações correspondentes ao tempo de serviço. Do pagamento das indenizações foram excluídos todos os abonos, o que já não aconteceu com o aviso prévio que foi pago integralmente. Os reclamantes pleiteiam agora o pagamento das diferenças resultantes da exclusão dos abonos.

Processo: 1029

Começou a trabalhar em 1º de novembro de 1946 e seu trabalho era diurno. Trabalhava 12 horas por dia e nunca lhe foram pagas as horas extras e o descanso remunerado (segundo a lei nº 605). Foi submetido a trabalhar no turno noturno das 19hs às 3hs sem prévio acordo, assumiu o turno para não ser acusado de insubordinação. Empregador tentou diminuir o salário do empregado, contudo ele não aceitou. Mesmo assim, a empresa lhe tentou pagar o salário reduzido, porem o empregado não aceitou receber e pediu a empresa o pagamento de seu salário ajustado e mais acréscimo correspondente às horas noturnas até dia 10. Entretanto, o empregado, até esta data, não pagou o seu salário conforme o contrato, pois não lhe teria pagado o salário do mês de junho. Assim reclama o pagamento de indenizações de dois anos e oito meses de serviço CR$ 2.700,00, 26 domingos ou dias de folgas remuneradas CR$ 780,00, mais 1 440 horas extras com acréscimo de 20% segundo a lei no valor de Cr$ 5.284,00. E mais a diferença de 20% no salário das horas noturnas trabalhadas entre 4 de junho a 12 de julho valor de CR$ 146,00 mais aviso prévio de Cr$ 900,00. Totalizando Cr$ 9.810,50. A defesa do empregador afirma que o salário ia ao encontro do que havia sido acordado com o sindicato, era dada ainda uma ajuda mensal CR$ 100,00 mensal, porém foi cortada em virtude do empregado ter desviado uma carga. Sobre indenizações no trabalho noturno, o advogado do empregador afirma que segunda lei o empregado não tem direito de receber acréscimo por salário noturno, pois só é pago quando for feito eventualmente e não de forma efetiva (art. 13 decreto lei nº 2308). Foi pedida a carteira de trabalho do empregado, mas este não a apresentou. Por meio dos vales se buscou provar o salário contratual de Cr$ 900,00 mais gratificações de Cr$ 150,00 referente as horas extras. A defesa alega que a carteira profissional do empregador não é prova absoluta, afinal nela consta “com tintas em frescas” (fl.2) a anotação de Cr$ 800,00 incluindo folgas e horas extras, tal anotação foi feita recentemente após o empregado ter reclamado a falta de cumprimento do contrato para a Junta. Além disso, advogado com base na CLT afirma que o empregado tem direito ao adicional noturno.

Processo: 1027

Trabalha na firma desde 1º de agosto de 1947, adoeceu dia 10 de agosto de 1948. Recebeu entre 20/9 a 31/10/1948 o auxílio pecuniário, entretanto a firma não lhe pagou o auxílio enfermidade. Sendo assim, reclama o pagamento de 15 dias de auxílio enfermidade totalizando CR$ 240,00.A proposta reconciliação foi aceita por ambas as partes. Nesta ficou resolvido que a empresa pagará Cr$ 120,00.

Processo: 1083

Que completou 2 ano e 4 meses de trabalho, tendo portanto direito a indenização, que vem por esta pleitear, num total de Cr$1.200,00

Processo: 1089

Que não lhe foram pagos os domingos e feriados, a que tem direito, que percebe Cr$3,00 por hora. Portanto, vem , reclamar com fundamento na lei 605 de 5.1.49 o pagamento destes dias.

Processo: 1084

Que trabalhou na secção mecânica como aprendiz com salário de Cr$1,50 por hora. Foi despedido sem justa causa, em face do exposto e com fundamento na CLT pleiteia o pagamento do aviso prévio na ase de trinta dias, no valor de Cr$360,00.

Processo: 1085

Reclamante diz ocorrer alteração de contrato de trabalho, realizando funções que não lhe cabem. Com isso para notificar a Frigorifico Anglo para vir tornar sem efeito a alteração do contrato de trabalho, voltando o seu empregado a exercer as funções constantes da sua carteira profissional ou declarar rescindido o dito contrato, pagando ao seu referido empregado as indenizações legais, sob pena de revelia.

Processo: 1086

Reclamante foi despedido sem justa causa. Que ganhava Cr$24,00 por dia, pagos diariamente. Que vem pleitear o pagamento ao aviso-prévio no valor de Cr$72,00.

Processo: 1090

Reclamante trabalhou na S.A. Frigorífico Anglo, quando foi despedido sem justa causa. Com salário de Cr$3,50, em face do exposto e com fundamento na CLT cominada com a Lei. 605 e sua regulamentação, pleiteia o pagamento do aviso prévio na base de trinta dias no valor de Cr$840,00 e o pagamento da indenização correspondente ao tempo de serviço.

Processo: 1091

Que a reclamante no dia 28 do mês passado havia entregue sua pedra de afiar ao apontador, afim de que o mesmo guardasse, posteriormente precisou da dita pedra para afiar a faca com que estava trabalhando e foi pedi-la ao apontador que no momento estava ocupado com a confecção de planilhas, razão porque lhe disse que esperasse um momento para atende-la. Que chegou o chefe do serviço e lhe disse que não queria ninguém arado mandou a reclamante fosse buscar sua chapa pois estava suspensa. Pleiteia assim relevar a suspensão injusta e pagar-lhe os salários correspondentes.

Processo: 1092

Que amos são operários da S. A. Frigorífico Anglo. Que no dia quatro fizeram apenas seis horas de serviço, o que resultou em diminuição de salário, enquanto os chamados "contratados" ficaram trabalhando para perfazer as duas horas restantes. Em face do exposto e com fundamento na CLT pleiteiam o pagamento das duas horas que, por culpa da empresa, não trabalharam.

Processo: 1014

O reclamante trabalhou para a reclamada por 6 anos e 7 meses como motorista, porém foi demitido sem justa causa, não lhe sendo pago o ultimo período de férias, Cr$: 960 de diferença de seus ordenados, portanto pleiteia o pagamento dos Cr$: 960, mais o período de férias em dobro e o aviso prévio.

Processo: 1019

O reclamante trabalha na seção da mecânica com a função de funileiro desde 1943, sendo demitido em 1948 sem justa causa, portanto vem por meio deste pleitear o pagamento de aviso prévio e indenização correspondente ao tempo de serviço. O reclamado diz que o reclamante não era um funcionário de modos satisfatórios, teria sido varias vezes suspenso, a ultima infração cometida foi ir a outra seção sem motivo, com a desculpa de buscar matéria, não havendo necessidade, o reclamante diz que foi buscar suas ferramentas, pois sem ela não conseguiria prosseguir o emprego.

Processo: 1008

O reclamante foi admitido em 1945 como pedreiro, porém foi dispensado sem justo motivo no dia 30 de setembro de 1947, portanto pleiteia o pagamento de férias em dobro, férias, aviso prévio e indenização. O reclamado diz que o reclamante não teve um trabalho continuo, que na primeira vez que trabalhou foi diarista, trabalhando ate março de 1947 adoecendo e tendo que ficar todo o mês de maio e junho em casa. A partir de outubro o reclamante foi encostado pelo IAPI.