Registrar Novo Processo

Lista de Processos

Processo: 862

Que o reclamante Otávio Monteiro que trabalhava para a firma Fetter & Cia estabelecida a rua barão de santa tecla, 199. Que exercia a função de Ajudante de Moleiro, receia por hora Cr$3,00. Pleiteia portanto as horas extraordinárias, valor do pedido Cr$ 1. 080.

Processo: 863

Salários atrasados, valor do pedido Cr$ 709,00. Há vários meses a firma está com seus serviços paralisados em virtude de uma das máquinas não funcionar, estando o declarante sem serviço.

Processo: 861

Horas extras, valor 1.327,40. O salário convencionado foi o de Cr$ 2, 50 por hora para quem trabalha durante o dia. Entretanto, o associado reclamante, foi designado para trabalhar no turno da noite, cujo horário é de 12 horas consecutivas, a partir das 19 horas. Inconformado com o salário e o horário de trabalho retirou-se da firma. A empregadora não lhe pagou a diferença que a lei impõe sobre o salário correspondente ao trabalho noturno. Nestas condições ao Sindicato dos condutores de veículos rodoviários de Pelotas, vem requerer que a firma J. Cardoso & Cia pague o seu ex-empregado.

Processo: 866

Há quase 30 anos trabalha para a firma reclamada, desde setembro de 1948 foram lhe concedidos os benefícios do Instituto do A. P. dos Industriários. Os seus empregadores negam a lhe pagar os 2/3 a que tem direito. Pleiteia que lhe sejam pagos os salários enfermidade, dando o valor de Cr$ 200,00.

Processo: 865

João é operário da reclamada deste julho de 1940. Em novembro de 1948 foi suspenso, sem razão, por três dias e pela primeira vez. Que apesar de injusta a suspensão, o requerente a cumpriu, voltando ao trabalho. Que além dos três dias perdeu em salário, mais o domingo. Pleiteia a nulidade da suspensão e o pagamento dos dias em que foi prejudicado. O total pleiteado é Cr$ 111,00. fl. 2 Antes as suspensões até 30 dias ficavam de responsabilidade do empregador, agora devem ser apreciadas pela Justiça do Trabalho. É muito difícil provar a sabotagem (o trabalho lento, para diminuir a produção). Só o patrão pode observar essa deficiência, por isso, a lei deixa a suspensão ao critério do patrão. A concessão do domingo remunerado não é obrigação do empregador. fl. 6

Processo: 868

Aviso-prévio, indenização e salários atrasados. Cr$ 3.450,00 Em razão do falecimento do Sr. Francisco de Paula Mascarenhas, em 1940, a firma reclamada entrou em liquidação. A quantia ainda não fora paga por que a firma não possui fundos para isso.

Processo: 870

Aviso-prévio e salários vencidos, Cr$ 940,00 Mario teve de se afastar da cidade e deixou seu filho exercendo suas funções. O reclamado chamou o reclamante de gatuno.

Processo: 871

Aviso-prévio, Cr$ 430,00. Maria foi despedida por não ter comparecido ao serviço do dia 22 a 24 de novembro, quando esteve enferma. Quando retornou foi despedida, tendo sido posta outra empregada em seu lugar.

Processo: 900

Foi demitida por não ter ido trabalhar no dia 21 de novembro, embora tivesse mandando sua filha ao emprego para avisar e mesmo substituí-la na função de guarda de toillet. Em face do exposto, pleiteou a diferença de salários até a data de sua despedida, 22 de novembro, tomando por base o salário mínimo por hora que é, mo caso, de Cr$ 1,30, igualmente pleiteou o aviso-prévio, no valor de Cr$ 264,00, sendo Cr$ 228,00 relativos à diferença de salários e Cr$ 36,00 de aviso prévio.

Processo: 872

Salário-enfermidade, Cr$ 440,00. Tendo adoecido procurou o médico da empresa, Dr. Albio Petrucci, gozou do benefício do IAPI e recebeu 2/3 do salário a que tinha direito. Retornou ao trabalho, mas novamente sentiu-se doente, foi beneficiado pelo IAPI, porém desta vez, a empresa lhe nega o pagamento de 2/3 do salário, o qual pleiteia.

Processo: 899

Trabalha para a Guarda Noturna, cujo diretor e explorador é Carlos Rodrigues de Souza, foi despedido sem justa causa. Pleiteou o pagamento de um mês de salário a título de aviso prévio.

Processo: 898

Sempre foi lhes dado serviço, tendo passado na máximo, qualquer das duas, 10 a 15 dias paradas por falta de serviço na fábrica, mas há três meses a empresa não tem lhes dado serviço. Pleiteiam indenização, férias e aviso-prévio, no valor de Cr$ 2.112,00, metade para cada uma.

Processo: 897

Artur prestou serviços a reclamada durante dois anos, seis meses e um dia. O Sindicato dos trabalhadores nas industrias de trigo, milho, mandioca e arroz pleiteia, a favor do operário sindicalizado o pagamento pela reclamada da importância de três meses de salário, a título de indenização por tempo de serviço, bem como o pagamento de duas vezes meio dia de trabalho, na quantia total de Cr$ 1.824,00.

Processo: 873

Começou a trabalhar em 1943, em 1945 foi incorporado no Exército, durante o estado de guerra, retornou em 1946. Pleiteia dois meses de indenização correspondente a dois anos de serviço, indenização, no valor de Cr$ 1.690,00.

Processo: 896

Que o reclamante trabalho, na Sociedade Geral de Construções Ltda., exercendo a função de meio oficial de pedreiro com salário diário de Cr$35,00, cujo total era semanalmente. Que foi despedido sem justa causa e sem aviso prévio. Sendo assim pleiteia o pagamento da indenização Cr$ 875,00, O pagamento do aviso prévio Cr$280,00, o pagamento de um período de férias Cr$525,00, o pagamento de três dias, inclusive mais 45 minutos de serviço, Cr$ 109,00. Com total de Cr$1789,00 com fundamento na CLT.

Processo: 895

Que o reclamante entrou para firma reclamada em 12 de setembro, como ajustador, com salário base de Cr$28,00 por dia, sendo a firma aga por semanas seus operários. Ultimamente o empregador vinha diminuindo os dias de serviços para o declarante a ponte de ter feito semana de um dia e meio. Por fim, foi mandado carregar duas cargas de areia para a casa do técnico da firma, tendo, nesta ocasião, o declarante se negado a realizar aquele serviço, visto não fazer parte de suas tarefas foi despedido pelo empregador. Sendo assim pleiteia o aviso prévio de uma semana Cr$196,00, e aproveita também para pleitear o recebimento do feriado do dia 29 de outubro, que o empregador não pagou.

Processo: 894

Que o reclamado trabalhou durante 29 dias no estabelecimento do reclamado, quando foi despedido sem justa causa, sem salários e sem aviso-prévio. Que ganhava Cr$100,00 por mês mais almoço, pleiteando o pagamento do salário e do aviso prévio no valor total de Cr$230,00. Que o reclamante é menor e está neste ato assistido por sua mãe.

Processo: 893

Reclamante que entrou para a oficina exercendo a função de aprendiz e ajudante, passando depois a exercer a função de fundidor. Que o novo chefe começou a perseguir o mesmo, sem qual razão, culminando a rebaixar o reclamante de função, passando de fundidor para simples ajudante. Pleiteia o reclamante lhe seja assegurado o exercício da função de fundidor, pleiteia as indenizações correspondentes e em dobro ao tempo de serviço. Para os devidos efeitos, dá à reclamação o valor de Cr$1.100.

Processo: 892

foi demitido sem justa causa, pleiteia o pagamento do aviso-prévio e indenização, num total de Cr$ 5.760,00.

Processo: 891

Raimundo foi contratado como aprendiz de mecânico há três meses atrás quando o oficial de torneiro mecânico com o qual trabalhava foi despedido. O capataz José Zillig mandou que ele o substituísse no serviço, prometendo que seu salário seria aumentado. Ele aceitou a proposta porque embora fosse um dos aprendizes mais antigos ganhava apenas Cr$ 1,55 por hora, enquanto que outros ganhavam Cr$ 1,90. Trabalhou dois meses sem receber o aumento e foi procurar o capataz a quem declarou que como não fora aumentado o seu salário voltaria a trabalhar como aprendiz e que iria pleitear a equiparação de seu salário ao dos outros aprendizes. A firma o despediu, negando-se a lhe pagar o aviso-prévio e a indenização.