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Lista de Processos

Processo: 739

O Reclamante alegou que trabalhou no Frigorífico Anglo de 03/06/1944 até 05/03/1947, quando foi demitido. Neste sentido, solicitou as respectivas indenizações, perfazendo o total de Cr.$ 2.280,00. Em 11/11/1947 foi assinado o termo de Arquivamento da Reclamação devido ao não comparecimento do Reclamante em audiência.

Processo: 738

O empregado foi demitido sem justa causa e sem aviso prévio. Pela empresa foi alegado que o empregado agiu com indisciplina

Processo: 737

Todos foram demitidos sem justa causa e sem aviso prévio, não receberam as férias do último período anual, além disso não receberam o último mês de salário.

Processo: 974

O reclamante trabalhava para o reclamado desde maio do corrente ano, porém foi despedido sem aviso prévio, então vem por meio deste pleitear o pagamento de Cr$: 260,00 correspondente ao aviso prévio

Processo: 972

O reclamante a um tempo atrás moveu um reclamação contra o Frigorifico, porém essa foi arquivada por o reclamante não ter comparecido a audiência, e então vem por meio deste pleitear indenização por despedida injusta e aviso prévio. A reclamada diz que a reclamação não tem fundamento, pois a demissão do reclamante deu-se por insubordinação, quando agrediu um superior, por que este lhe tinha suspendido. Já o reclamante diz que a suspensão foi injusta, pois o que ele fez foi pedir ao capataz se ele podia trabalhar mais uma hora (fazer hora extra), mas o capataz lhe negou a possibilidade então o reclamante quis saber os motivos, pois os outros funcionários que estavam emprestados na seção podiam fazer e ele não, então o capataz o suspendeu por 10 dias, então na saída o reclamante foi confirmar a despedida quando foi agredido pelo capataz, portanto quem começou a agressão foi o capataz e não o reclamante, tendo este apenas se defendido.

Processo: 971

A reclamante trabalhava para o frigorifico Anglo desde 1944 e que no corrente ano foi suspensa sem justo motivo, tendo em vista isso a reclamada pleiteia anulação da suspensão e o pagamento dos salario referentes aos dias que ficou suspensa. Pelo empregador foi dito que a funcionaria foi suspensa por estar faltando muito durante o mês, sendo que as faltas não estão sendo justificadas.

Processo: 970

O reclamante trabalhava desde 1942 na função de guarda, ao ser demitido lhe foi pago Cr$: 4.920,00 ao invés de 6.150,00 que lhe era de direto, pois o que lhe foi pago foi apenas a indenização, portanto vem pleitear o pagamento da diferença.

Processo: 969

A reclamante trabalhava para a reclamada como empacotadora de café desde janeiro de 1940, porém no corrente ano foi suspensa por 30 dias, levando em conta que nunca tinha sido suspensa, que a suspensão foi injusta e que muito rigorosa, a reclamante pede rescisão do seu contrato, e pleiteia o pagamento de indenização, aviso prévio e mais um período de férias, em um total de Cr$: 4.212,00. O processo foi arquivado, pois a reclamante não compareceu no dia na audiência. No mesmo mês a reclamante move outra processo contra a reclamada pedido as mesas coisas apenas acrescenta mais um período de férias, totalizando a importância de Cr$: 4.446,00. Além disso, a segunda reclamação trás mais detalhes sobre o caso de sespenção, a reclamante diz que trabalhava como empacotadora, no dia 8 do corrente mês quando o seu empregador pediu para que ela fosse atender o balcão, porém ela lhe respondeu respeitosamente que não poderia atender, pois estava com as mãos sujas de pó de café, então empregador lhe suspendeu por 20 dias, tendo em vista a rispidez da pena sendo ao ver da reclamante uma demissão indireta, pois ela não receberia por 20 dias e também não poderia procurar outro emprego, a reclamada pede a rescisão do contrato e o pagamento de indenização, aviso prévio e 2 períodos de férias. A reclamada diz que devido a falta grave a reclamante foi suspensa e que muito pelo contrario quem tive motivos para rescindir o contrato foi ela e não a reclamante, além disso somente lhe deve um período de férias.

Processo: 968

O reclamante trabalhava como servente de pedreiro e começou a trabalhar em meados do mês de maio, dia 21 pela manha o reclamante chegou atrasado e então o chefe lhe proibiu de pegar o emprego, pela tarde chegou no horário certo, mas o chefe novamente lhe impediu de trabalhar, além de despedi-lo, tendo de vista que a demissão foi injusta, o reclamante vem por meio deste pleitear o pagamento de aviso prévio de 8 dais, por ser semanista.

Processo: 967

O reclamante trabalhava como ajudante de forneiro, desde 1942 e que em 1947 como já mencionado acima ganhou um aumento de 25% no seu salario, porém ao passar 1 ano do aumento o reclamante ainda não recebeu, sedo pago ainda Cr$: 18,00 por dia, portanto vem por meio desses pleitear o pagamento dos 25% de acréscimo que lhe é de direito. Segundo a reclamada o reclamante na verdade não teve um aumento de salario e sim uma mudança de cargo, virou biscoiteiro, como consta em sua C. P.

Processo: 990

A reclamante trabalhou na firma Abud Honsi. Foi demitida sem justo motivo, portanto pleiteia o pagamento de aviso prévio mais a comissão, um dia e meio de salario e um mês de salario.

Processo: 991

Nair alega o recebimento de seus salários atrasados, pois fora demitida através de um inquérito que a empresa abriu contra ela a acusando de abandono de emprego. Nair alega estar nesse período que esteve ausente do serviço cuidando de um filho doente.

Processo: 976

A reclamante trabalhava para reclamada desde 1939 como fiandeira, porém segundo ela foi despedida sem justa causa nem aviso prévio em junho do corrente ano, em vista disto pleiteia o pagamento de indenização por injusta causa, aviso prévio sobre 30 dias, pois recebia mensalmente. A reclamada defende-se alegando que a reclamante tinha sido “encostada pelo Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Industriários”, porém deu alta em janeiro e apresentou-se para trabalhar somente em junho, portanto após 6 meses sem comparecer ao serviço foi demitida por justa causa, devido ao abandono do emprego. A reclamante diz que não voltou, mas o senhor Perret e o Sr. Cavada lhes disse para voltar quando se sentisse melhor, pois ela declarou o I.A.P.I lhe atestou ainda adoentada.

Processo: 965

A reclamante trabalhava para a reclamada a mais de 3 anos, sendo despedida sem justa causa e indenização correspondente por tempo de serviço.

Processo: 987

A reclamada trabalhava para Cia. de Fiação e Tecidos Pelotense. Que foi suspensa, portanto vem pleitear o pagamento dos dias parador e a anulação da suspensão.

Processo: 736

O empregado foi admitido para trabalhar no Hiate “Camponês” na função de “moço”, 26 dias depois foi demitido sem aviso prévio e sem justa causa recebendo Cr$ 300,00 pela primeira quantia de salário e Cr$ 118,00 pelas horas extras, porém faltou o pagamento de 10 dias de trabalho.

Processo: 735

O empregado trabalhava para o estabelecimento agrícola quando foi convocado para o Serviço Militar. O empregador comprometeu-se com o empregado em readmiti-lo assim que fosse dispensado do serviço militar. O reclamante ao fazer os exames de saúde par o serviço militar, foi considerado incapaz. Então procurou o antigo patrão e este lhe mandou falar com o capataz, que lhe negou o serviço, sendo assim voltou a falar com o patrão e este considerou o assunto já resolvido pelo capataz.

Processo: 734

O empregado foi demitido sem justa causa, porém recebeu o pagamento em dinheiro do respectivo aviso prévio. Sobre o pagamento das férias que tinha direito não recebeu o valor, portanto entrou na Justiça.

Processo: 733

O empregado que trabalhava no Gasômetro na função de Ajudante de Foguista foi demitido sem justa causa e sem aviso prévio.

Processo: 732

A reclamante foi demitida sem justa causa e sem aviso prévio.