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Lista de Processos

Processo: 735

O empregado trabalhava para o estabelecimento agrícola quando foi convocado para o Serviço Militar. O empregador comprometeu-se com o empregado em readmiti-lo assim que fosse dispensado do serviço militar. O reclamante ao fazer os exames de saúde par o serviço militar, foi considerado incapaz. Então procurou o antigo patrão e este lhe mandou falar com o capataz, que lhe negou o serviço, sendo assim voltou a falar com o patrão e este considerou o assunto já resolvido pelo capataz.

Processo: 734

O empregado foi demitido sem justa causa, porém recebeu o pagamento em dinheiro do respectivo aviso prévio. Sobre o pagamento das férias que tinha direito não recebeu o valor, portanto entrou na Justiça.

Processo: 733

O empregado que trabalhava no Gasômetro na função de Ajudante de Foguista foi demitido sem justa causa e sem aviso prévio.

Processo: 732

A reclamante foi demitida sem justa causa e sem aviso prévio.

Processo: 731

O empregado foi demitido sem aviso prévio, sem que lhe fosse dado motivo para despensa e ainda reclamou o pagamento de férias. A empresa alegou que não era um bom funcionário e relatou um fato ocorrido: o relógio de um dos pacientes desapareceu e o reclamante informou a família sobre o “furto”, porém o relógio apareceu no bolso do paciente, dessa forma o chefe chamou a atenção do reclamante para que os fatos fossem sempre resolvidos internamente antes de chegar à família. Ao lhe chamarem a atenção o reclamante agiu agressivamente com seu superior o que culminou em um fato policial, inclusive com exame de corpo e delito. O empregado alegou ter sido espancado pelo superior que o demitiu no momento em que estava trocando de roupa e que inclusive perdeu os sentidos e caiu no chão, quando um outro funcionário impediu que seguisse sendo espancado.

Processo: 730

Homologação do pedido de demissão.

Processo: 729

O empregado depois de 10 anos de serviço na empresa pediu demissão e a empresa está fazendo um documento em que paga os direitos do trabalhador.

Processo: 728

A reclamante trabalhava no próprio domicílio para a empresa confeccionando roupas por peça e, foi demitida sem justa causa e sem viso prévio. Solicita a indenização por demissão injusta, pagamento do aviso prévio e o pagamento em dobro de dois períodos de férias.

Processo: 727

O empregado recebia pela sua função e mais 5 por cento nos lucros, ao ser demitido sem justa causa e sem aviso prévio está pleiteando a indenização e sua parte nos lucros.

Processo: 725

Em um dissídio coletivo no ano anterior, o reclamante e outros realizaram um acordo com a empresa em que constava um aumento salarial de 50% e um reajuste no valor das diárias, porém ainda não foi executado.

Processo: 964

O reclamante trabalhava para declarada a três semanas, como lustrador, porém, dia 3 de julho o dono do estabelecimento disse que não precisava mais de seus serviços pois não havia trabalhado, porém o reclamante afirma que trabalho para fazer há e que portanto isso não é motivo para sua demissão, em vista disto vem pleitear o pagamento de aviso prévio de 8 dias .

Processo: 966

O reclamante trabalhava para reclamante exercendo a função de recravador a menos de um mês, quando foi demitido sem justa causa, portanto pleiteia o pagamento de oito dias de aviso prévio. No dia da audiência a reclamada não compareceu, o Sr. Presidente pediu que o reclamante apresentasse sua C.P onde havia a assinatura da empresa, confirmando que o reclamante era funcionário da reclamada. Por não ter comparecido a reclamada foi declarada revel confessa quanto á matéria de fato.

Processo: 963

O reclamante diz que trabalhava para reclamada desde 1946, porém no corrente ano foi despedido com aviso prévio, porém sem justa causa em vista disso vem pleitear o pagamento dos salários devidos e mais 400 horas. Segundo a reclamada o pagamento de indenização de aviso prévio nunca lhe foi negado, e sim rejeitado, pois o reclamante não aceitou receber o que lhe era de direto, pois foi feito em base do seu salario de Cr$: 2,10 sem contar com os 20% de abono. Proposta a conciliação, ela foi aceita por ambas as partes.

Processo: 961

O reclamante era pedreiro e foi contratado em janeiro para trabalhar em uma obra, porém em abril foi despedido sem aviso prévio e sem justa causa, em junho o reclamante foi admitido novamente no serviço, então por motivo de enfermidade o reclamante pediu licença e ficou recebendo pelo IAPI, ao receber a liberação para trabalhar no dia 31 de janeiro de 1848 foi demitido novamente pala reclamada, portanto o reclamante vem pleitear o pagamento dos dois avisos prévios, dois terços da remuneração que tem direito durante os 15 primeiros dias de afastamento por enfermidade.

Processo: 962

O reclamante era carvoeiro e trabalhava na empresa desde 1943 e que em junho do corrente ano foi demitido sem justa causa nem aviso prévio, além não ter recebido o valor referente ao ultimo período de férias. A reclamada diz que o pedido de férias é inverídico pois ele estava a menos de 12 meses trabalhando depois do ultimo período de férias, e que foi despedido por ter sido um dos agitadores da greve, que foi preso por ter participado da comissão dos trabalhadores. Segundo o reclamante ele nunca participou dessas ideias e que sim fez parte do grupo de trabalhadores que negociou com a empresa e que foi preso sem saber o porquê, só lhe disseram que estava sendo preso por ter sido componente da referida comissão de trabalhadores. Além disso, as ultimas férias gozadas foram em julho de 1947 como está apontado em sua C.P.

Processo: 960

O reclamante diz que trabalhava na reforma da casa do reclamado desde novembro de 1946, que no dia 13 de dezembro de 1947 foi despedido por Nelson sem justa causa, quem pagava os salários era Nelson, mas por três meses de novembro de 46 a janeiro de 47, quem os pagou por intermédio foi o Sr. Ricardo Soares, que de fevereiro a dezembro de 47 recebeu os salários diretamente do Sr. Nelson e também foi que o despediu. Porém não lhe foi pago férias, aviso prévio nem indenização. O reclamado diz que não havia um contrato de trabalho, apenas um profissional autônomo que foi contratado para fazer a reconstrução de uma casa, e que o reclamado não era do no de empreiteira para ter empregados construtores, ele era comerciante e estava fazendo uma reforma em sua casa apenas isso.

Processo: 959

O reclamante trabalhava na empresa desde março como operário, mas no dia 29 do mês de junho foi demitido sem aviso prévio, portanto o mesmo vem pleitear o pagamento de 8 dias somando a importância de Cr$: 192,00.

Processo: 956

A reclamante trabalhava para reclamada a quase 4 anos, que no mês passo enquanto a loja estava cheia de clientes, um dos funcionários sem motivos algum, lhe deu uma série de empurrões e aos gritos lhe fez ameaças covardemente, a cena foi presenciada pelos funcionários e fregueses, portanto a reclamante vem por meio desta reclamação pleitear o pagamento de uma indenização e aviso prévio. Porém a reclamada diz que o seu Antônio que a agrediu é um simples auxiliar, sem poder de mando e que ela não foi despedida, ao contrario ela mandou uma carta para um dos sócios dizendo que exigia o pagamento de aviso prévio e indenização, porém ela não teria sido despedida para pleitear tais valores, além disso, segundo a reclamada a reclamante trabalha a três anos na empresa e não quase 4, sendo admitida em 1945.

Processo: 955

A reclamante foi contrata em maio do corrente ano para trabalhar na empresa, porem quatro dias depois quando ia começar o seu serviço normalmente, foi avisa que não poderia trabalhar mais, pois havia contra ela uma denuncia de vender passagens velhas, segundo a reclamante essa denuncia é falsa e portanto vem pleitear por meio desta ação o pagamento de aviso prévio no valor de Cr$: 420,00.

Processo: 954

A Cia Fiação e Tecidos Pelotense instaurou um inquérito contra Hilda Lopes alegando abandono de emprego. Hilda não compareceu a audiência. A Junta resolve julgar procedente o inquérito. Hilda recorre justificando sua ausência por ter uma filha doente há três meses (não consta a doença). O recurso é negado. Hilda recorre ao Colendo Tribunal Superior do Trabalho, que lhe nega também.Em abril de 1952 os Juizes do Tribunal Superior do Trabalho negam a Hilda o último recurso. O processo fora julgado procedente para a Cia Fiação e Tecidos.